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CASA DA MULHER DO NORDESTE
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CASA DA MULHE DO NORDESTE publicou esta postagem

A Oficina sobre Feminismo e Masculinidades foi realizada no dia 05 de fevereiro de 2026, reunindo homens e mulheres de associações comunitárias, agricultoras/es familiares, lideranças, técnicas/os de organizações e integrantes da Rede Pajeú de Agroecologia, no âmbito do Projeto Fundo Ecos executado pela Casa da Mulher do Nordeste no Território do Pajeú. A atividade teve como objetivos provocar reflexões sobre o que significa ser homem e ser mulher na sociedade; contribuir para a compreensão crítica sobre feminismo e machismo; trabalhar dimensões subjetivas relacionadas a sentimentos, medos e símbolos; estimular o autoconhecimento e a revisão de práticas individuais; e construir estratégias para promoção da igualdade de gênero, raça e classe. A programação iniciou às 9h com dinâmica de dança circular, promovendo integração, escuta e criação de um ambiente de confiança. Em seguida, cada participante realizou sua apresentação relatando o nome, idade, identidades, raça, município, expectativas e duas características pessoais, fortalecendo o reconhecimento das diversidades presentes no grupo.

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A Oficina sobre Feminismo e Masculinidades foi realizada no dia 05 de fevereiro de 2026, reunindo homens e mulheres de associações comunitárias, agricultoras/es familiares, lideranças, técnicas/os de organizações e integrantes da Rede Pajeú de Agroecologia, no âmbito do Projeto Fundo Ecos executado pela Casa da Mulher do Nordeste no Território do Pajeú. A atividade teve como objetivos provocar reflexões sobre o que significa ser homem e ser mulher na sociedade; contribuir para a compreensão crítica sobre feminismo e machismo; trabalhar dimensões subjetivas relacionadas a sentimentos, medos e símbolos; estimular o autoconhecimento e a revisão de práticas individuais; e construir estratégias para promoção da igualdade de gênero, raça e classe. A programação iniciou às 9h com dinâmica de dança circular, promovendo integração, escuta e criação de um ambiente de confiança. Em seguida, cada participante realizou sua apresentação relatando o nome, idade, identidades, raça, município, expectativas e duas características pessoais, fortalecendo o reconhecimento das diversidades presentes no grupo.

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A Oficina sobre Feminismo e Masculinidades foi realizada no dia 05 de fevereiro de 2026, reunindo homens e mulheres de associações comunitárias, agricultoras/es familiares, lideranças, técnicas/os de organizações e integrantes da Rede Pajeú de Agroecologia, no âmbito do Projeto Fundo Ecos executado pela Casa da Mulher do Nordeste no Território do Pajeú. A atividade teve como objetivos provocar reflexões sobre o que significa ser homem e ser mulher na sociedade; contribuir para a compreensão crítica sobre feminismo e machismo; trabalhar dimensões subjetivas relacionadas a sentimentos, medos e símbolos; estimular o autoconhecimento e a revisão de práticas individuais; e construir estratégias para promoção da igualdade de gênero, raça e classe. A programação iniciou às 9h com dinâmica de dança circular, promovendo integração, escuta e criação de um ambiente de confiança. Em seguida, cada participante realizou sua apresentação relatando o nome, idade, identidades, raça, município, expectativas e duas características pessoais, fortalecendo o reconhecimento das diversidades presentes no grupo.

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Consultoria oficina de masculinidade e feminismo - Considerar despesa do projeto 3.400,00 - R$ 600,00 pago dos rendimentos bancários

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Consultoria oficina de masculinidade e feminismo - Considerar despesa do projeto 3.400,00 - R$ 600,00 pago dos rendimentos bancários

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REF. ALIMENTAÇÃO (LANCHE) DURANTE OFICINA DE FEMINISMO E MASCULINIDADE

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REF. ALIMENTAÇÃO (LANCHE) DURANTE OFICINA DE FEMINISMO E MASCULINIDADE

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PAGTO DE ALIMENTAÇÃO (ALMOÇO) DURANTE OFICINA DE MASCULINIDA

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PAGTO DE ALIMENTAÇÃO (ALMOÇO) DURANTE OFICINA DE MASCULINIDA

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DIÁRIA DE DESLOCAMENTO - DURANTE OFICINA DE FEMINISMO E MASCULINIDADE

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DIÁRIA DE DESLOCAMENTO - DURANTE OFICINA DE FEMINISMO E MASCULINIDADE

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A oficina de Associativismo e Cooperativismo, realizada no dia 06 de novembro de 2025, foi realizada pela Casa da Mulher do Nordeste no âmbito do Projeto “Caatinga Viva” apoiado pelo Fundo Ecos, em parceria com o Centro de Atendimento ao Produtor (CAP), para o grupo de mulheres da comunidade Retiro. Como consultora do projeto, estive presente durante toda a oficina, realizando o acompanhamento técnico-pedagógico e oferecendo o suporte necessário para o desenvolvimento da atividade e para a participação efetiva das participantes. A atividade teve como objetivo principal orientar e sensibilizar as mulheres sobre os conceitos, princípios e práticas do associativismo e do cooperativismo, bem como apoiar o processo inicial de formação de uma associação própria. O grupo de mulheres de Retiro é formado por mulheres que integram as seguintes associações: Associação de Apicultores e Meliponicultores Orgânicos do Alto Pajeú (BRA/23/35/06) - APOMEL e Associação Agroecológica Sertão do Pajeú (BRA/23/35/02) - AASP. Durante a execução do projeto, essas mulheres relataram não se sentirem plenamente incluídas nas etapas de execução das atividades do projeto nem nos processos decisórios das associações às quais estão vinculadas, cenário identificado como reflexo de relações de desigualdade de gênero. A oficina foi planejada, mobilizada com antecedência e dialogada previamente com o grupo, prevendo a participação mínima de 15 mulheres, porém estiveram presentes 08 participantes. Apesar da redução, a atividade foi realizada conforme o planejado, garantindo a qualidade do conteúdo e o espaço de diálogo e troca de experiências. Durante a atividade, foi possível observar fragilidade no processo de mobilização e organização do grupo, associada ao afastamento da liderança, o que tem impactado diretamente na participação e no engajamento das demais mulheres. Mesmo diante dessas dificuldades, a oficina foi conduzida de forma participativa, abordando os principais aspectos relacionados à cons

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A oficina de Associativismo e Cooperativismo, realizada no dia 06 de novembro de 2025, foi realizada pela Casa da Mulher do Nordeste no âmbito do Projeto “Caatinga Viva” apoiado pelo Fundo Ecos, em parceria com o Centro de Atendimento ao Produtor (CAP), para o grupo de mulheres da comunidade Retiro. Como consultora do projeto, estive presente durante toda a oficina, realizando o acompanhamento técnico-pedagógico e oferecendo o suporte necessário para o desenvolvimento da atividade e para a participação efetiva das participantes. A atividade teve como objetivo principal orientar e sensibilizar as mulheres sobre os conceitos, princípios e práticas do associativismo e do cooperativismo, bem como apoiar o processo inicial de formação de uma associação própria. O grupo de mulheres de Retiro é formado por mulheres que integram as seguintes associações: Associação de Apicultores e Meliponicultores Orgânicos do Alto Pajeú (BRA/23/35/06) - APOMEL e Associação Agroecológica Sertão do Pajeú (BRA/23/35/02) - AASP. Durante a execução do projeto, essas mulheres relataram não se sentirem plenamente incluídas nas etapas de execução das atividades do projeto nem nos processos decisórios das associações às quais estão vinculadas, cenário identificado como reflexo de relações de desigualdade de gênero. A oficina foi planejada, mobilizada com antecedência e dialogada previamente com o grupo, prevendo a participação mínima de 15 mulheres, porém estiveram presentes 08 participantes. Apesar da redução, a atividade foi realizada conforme o planejado, garantindo a qualidade do conteúdo e o espaço de diálogo e troca de experiências. Durante a atividade, foi possível observar fragilidade no processo de mobilização e organização do grupo, associada ao afastamento da liderança, o que tem impactado diretamente na participação e no engajamento das demais mulheres. Mesmo diante dessas dificuldades, a oficina foi conduzida de forma participativa, abordando os principais aspectos relacionados à cons

Doações


R$ 225,000.00
PPP-ECOS GEF 7 - Edital 34 - GEF 7
credit
paid
R$ 225,000.00
PPP-ECOS GEF 7 - Edital 34 - GEF 7
credit
paid
R$ 225,000.00
PPP-ECOS GEF 7 - Edital 34 - GEF 7
credit
paid
R$ 75,000.00
PPP-ECOS GEF 7 - Edital 34 - GEF 7
credit
paid

Editais abertos

Nenhum edital aberto.
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CASA DA MULHE DO NORDESTE

Número de Organizações apoiadas

11/07/2025

17

A partir das atividades do projeto Caatinga viva, pudemos oportunizar momento de formação enquanto cidadãs de direitos e decisão, nos espaços públicos com o apoio da assessora do projeto e organização participante da Rede Pajeú de Agroecologia. São grupos de mulheres em diferentes municípios e comunidades, contudo, todos permeados pelo Rio Pajeú. Atividades como encontros, seminários, assessoria técnica feminista (direta e indireta), e fortalecimentos para atividades autônomas das mesmas. A exemplo do Grupo de mulheres do Felipe, que iniciaram uma feirinha mensal, com os produtos dos quintais agroecológicos. Iniciativa esta, a partir das atividades em diálogos coletivos, juntos com o projeto caatinga viva. Contudo, dentre os 17 grupos, o Grupo Mulheres Sonhadoras do Sertão, é o grupo que o projeto tem apoiado para garantir participação nas agendas e formações dos projetos apoiados pelo Fundo Ecos, além do próprio Caatinga viva. As mulheres se sentem fortalecidas para formalizar a própria associação; obtiveram uma área para construção da sede; tem realizado bingos, momentos de confraternização dentro da comunidade, para ir aumentando o capital, para construir a sede, desejo que tem incentivado mais às mulheres a participarem de espaços de decisão.

Número de lideranças comunitárias fortalecidas até o momento

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CASA DA MULHE DO NORDESTE

Número de lideranças comunitárias fortalecidas até o momento

11/07/2025

19

Dentre os grupos e associações de base comunitária, assessoradas pelo projeto Caatinga viva, avaliamos como crescente e dinâmico a participação das mulheres. Projetos foram se adaptando para beneficiar mais mulheres e não ficar beneficiando apenas grupos de culturas específicas, apesar de agroecológicas. A participação de representantes na Rede Pajeú de Agroecologia, tem contribuído muito para este processo. Mudança de gestão em associações, mesmo que mais lentas, estão acontecendo. Contudo, há aquelas, que também se recolheram um pouco mais, evitando atritos em suas comunidades e associações. Todavia, outras desabrocharam, participando de feiras interestaduais, comercializando utilizando muito das redes sociais, acessando créditos e políticas públicas a exemplo de PNAE E PAA. Mas, todas estas ações, envolve o projeto supracitado, mas também a Rede Pajeú de Agroecologia, pois é nela que formalizamos os acordos.

Número de famílias envolvidas no projeto até o momento

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CASA DA MULHE DO NORDESTE

Número de famílias envolvidas no projeto até o momento

11/07/2025

383

Com as execuções das atividades dos projetos e as reuniões e encaminhamentos da Rede Pajeú de Agroecologia (RPA), novas famílias foram tendo interesse em participar das associações. Percebendo que são espaços de diálogo, mas também de conquistas. Em todas as associações de base comunitária apoiada pelo Fundo Ecos, houve aumento de associados e associadas. Contudo, sempre orientamos que as associações não "percam de vista", os próprios indicadores para beneficiar novas/os associados com equipamentos e afins. Para não desestimular as pessoas que estão no processo. Que é importante a participação das ações do projeto, para que seja uma pessoa beneficiária, seja com conhecimento, sempre. Porém, para equipamentos, sempre dialogar em reunião com a diretoria, coordenação e assessoria, o nível de comprometimento das novas pessoas associadas. Afinal, é comum a entrada, apenas para se beneficiar dos equipamentos e não se interessar pelas atividades do projeto.

Número de homens jovens (até 29 anos) envolvidos no projeto até o momento

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Número de homens jovens (até 29 anos) envolvidos no projeto até o momento

11/07/2025

2

Uma das maiores dificuldades em termos jovens envolvidos no projeto é a questão da escola pública em período integral e a procura dos mesmos por uma atividade que concilie com seus horários. Inclusive para participar dos espaços de formação, não é fácil conseguir um público participante. Além disso, tem a própria questão da dificuldade de geração de renda a partir de um trabalho pesado e sem máquinas poupadoras de mão de obra, que podem viabilizar com maior rapidez e menos desgaste físico, a produção da agricultura familiar agroecológica. Inclusive, as tecnologias poupadoras de mão de obra, tem sido elencados em novos projetos submetidos pela CMN, na perspectiva da sustentabilidade das iniciativas do ISPN, através do Fundo Ecos, no território do Pajeú. Vislumbrando uma melhor qualidade de vida e de trabalho para mulheres e jovens.

11/07/2025

2

Uma das maiores dificuldades em termos jovens envolvidos no projeto é a questão da escola pública em período integral e a procura dos mesmos por uma atividade que concilie com seus horários. Inclusive para participar dos espaços de formação, não é fácil conseguir um público participante. Além disso, tem a própria questão da dificuldade de geração de renda a partir de um trabalho pesado e sem máquinas poupadoras de mão de obra, que podem viabilizar com maior rapidez e menos desgaste físico, a produção da agricultura familiar agroecológica. Inclusive, as tecnologias poupadoras de mão de obra, tem sido elencados em novos projetos submetidos pela CMN, na perspectiva da sustentabilidade das iniciativas do ISPN, através do Fundo Ecos, no território do Pajeú. Vislumbrando uma melhor qualidade de vida e de trabalho para mulheres e jovens.

Número de homens adultos (acima de 30 anos) envolvidos no projeto até o momento

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CASA DA MULHE DO NORDESTE

Número de homens adultos (acima de 30 anos) envolvidos no projeto até o momento

11/07/2025

123

Durante as assessorias às associações, observamos um número significativo no aumento dos homens enquanto novos associados e na própria assessoria aos projetos para as associações de base comunitária. A maioria dos homens adultos, participam das capacitações, diferente do público mais jovem. Isso também pode ser pela condição de terem documentos para acessar crédito e políticas públicas para a agricultura familiar, a partir da "CAF". Que atualmente, tem sido um documento mais difícil de se obter pela quantidade de exigências e limitações além da falta de informação ou informações desencontradas. E tendo o homem como a pessoa que obtém a CAF, a este os acessos são menos complicados e mais fácil aumentar a produtividade.

Número de mulheres jovens (até 29 anos) envolvidas no projeto até o momento

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Número de mulheres jovens (até 29 anos) envolvidas no projeto até o momento

11/07/2025

29

O quantitativo de mulheres jovens, não houve o aumento esperado. Muitas mulheres no território do Pajeú, estão em papéis de liderança. Contudo, muitas casam jovens e se envolvem menos com os projetos, já que é solicitada participação nas atividades e o machismo, infelizmente, ainda é uma realidade muito forte na região. E estes novos casais, os homens comprometem a presença das mulheres menos empoderadas a participarem de maneira mais efetiva dos espaços de decisão e principalmente se houver a necessidade de pernoitar fora de suas residências. Paralelo a esta realidade, também há a questão escolar integral. Com a rede pública neste sistema, muitas moças e mulheres que querem estudar, tem dificuldade em participar mais ativamente dos projetos. Contudo, ainda conseguimos garantir a participação de algumas nos projetinhos, com ao apoio da assessoria do projeto Caatinga, mas também, inserindo estas mulheres em outras ações da CMN, favorecendo uma maior participação.

Número de mulheres adultas (acima de 30 anos) envolvidas no projeto até o momento

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CASA DA MULHE DO NORDESTE

Número de mulheres adultas (acima de 30 anos) envolvidas no projeto até o momento

11/07/2025

250

Este grupo de mulheres, é o nosso maior público, pois são mulheres que já vem passando por formações de outros projetos, inclusive apoiados pelo ISPN, em outros anos. São mulheres que ocupam espaços de liderança, multiplicadoras de tecnologias sociais, mobilizadoras em suas comunidades e muito participativas nas atividades do projeto, nas reuniões e RPA. Muitas beneficiam as produções dos quintais agroecológicos, tanto para a família quanto para comercializar. Contudo, o "CAF", também é um gargalo, para melhorar as condições de trabalho e envolvimento das mulheres nos projetos. Pois, para melhorar a produção e comercialização, além da própria assessoria técnica, é necessário investimento (pronaf, crédito, terra, equipamentos); e sem a CAF, a dificuldade aumenta. Todavia, a participação destas mulheres nos espaços públicos e de decisão, tem contribuído para a conquistas de tecnologias sociais em suas comunidades. Com a participação na Escola feminista, muitas mulheres foram se revelando ativistas, conquistando maior independência, autonomia, e lutando por seus direitos.

Número de comunidades participantes no projeto até o momento

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Número de comunidades participantes no projeto até o momento

11/07/2025

32

Considerando a atuação da RPA, além da própria instituição, com a chegada de mais beneficiárias/os, diretos/as e indiretos/as, a capilaridade dos projetos apoiados pelo Fundo Ecos, tem proporcionado maior incidência em outros municípios e comunidades. Os espaços de comercialização, a assessoria técnica, as tecnologias sociais e poupadoras de mão de obra. As formações e a participação na RPA, tem atraídos mais pessoas a estarem juntos em favor do desenvolvimento sustentável do território (ex: Itapetim, Tuparetama, são municípios que têm tido influência do projeto, mas que não estavam no escopo).

Número de famílias comercializando produtos da sociobio com apoio do PPP-ECOS

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Número de famílias comercializando produtos da sociobio com apoio do PPP-ECOS

11/07/2025

210

Considerando o acesso a espaços de comercialização formal (mercados formais, PAA, PNAE) e informais (feiras, porta a porta, encomendas, outras), um percentual interessante do projeto. Contudo, a falta de produtos beneficiados, principalmente pelas mulheres, têm menos acesso aos mercados, pois faltam código de barras, selo; enfim, a formalização. Esse é um grande entrave para a comercialização da produção da agricultura familiar agroecológica. Pois, mesmo tendo produtos de excelente qualidade, a dificuldade em legalizar, atender as exigências dos órgãos reguladores, que tratam os espaços de agroindústria como indústrias, inviabiliza a legalização. Contudo, ainda temos no projeto, espaços que estão preparados ou caminhando, para a legalização "oficial".

Número de capacitações (cursos e oficinas) promovidas pelo projeto até o momento

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Número de capacitações (cursos e oficinas) promovidas pelo projeto até o momento

11/07/2025

9

O projeto realizou atividades de formação através da escola feminista, metodologia da caderneta agroecológica, utilização de plantas medicinais, tecnologia social do fogão agroecológico, divisão justa do trabalho doméstico, conscientização sobre o cuidado da mulher durante o outubro Rosa, Tipos de violência contra a mulher e quais canais de denúncia e ajuda, prestação de contas e cotações. Todas estas atividades foram realizadas para organizações que fazem parte da RPA e organizações apoiadas pelo Fundo Ecos no território do Pajeú.

Número de homens jovens capacitados até o momento (até 29 anos)

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Número de homens jovens capacitados até o momento (até 29 anos)

11/07/2025

0

Não tivemos jovens homens, nestas atividades

Número de homens adultos capacitados até o momento

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CASA DA MULHE DO NORDESTE

Número de homens adultos capacitados até o momento

11/07/2025

3

Nas temáticas das formações realizadas, os homens participaram da formação para prestação de contas e cotações.

Número de mulheres jovens capacitadas até o momento (até 29 anos)

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CASA DA MULHE DO NORDESTE

Número de mulheres jovens capacitadas até o momento (até 29 anos)

Número de mulheres adultas capacitadas até o momento

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CASA DA MULHE DO NORDESTE

Número de mulheres adultas capacitadas até o momento

11/07/2025

250

As formações realizadas, em sua grande maioria, trata das questões relacionadas à vida e bem viver das mulheres. Também tecnologias de convivência com o semiárido, porém, tratando das questões ambientais, qualidade de vida, preservação da caatinga e beneficiamento da produção. Dialogando com as questões do feminismo, violência contra a mulher, cuidado com a saúde da mulher, autonomia, agroecologia e equidade de gênero, caderneta agroecológica e prestação de contas.

Número total de intercâmbios promovidos pelo projeto até o momento

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Número total de intercâmbios promovidos pelo projeto até o momento

Número de pessoas participantes em intercâmbios - Mulheres

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CASA DA MULHE DO NORDESTE

Número de pessoas participantes em intercâmbios - Mulheres

Número de pessoas participantes em intercâmbios - Homens

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Número de pessoas participantes em intercâmbios - Homens

Número de iniciativas para a promoção da gestão territorial

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Número de iniciativas para a promoção da gestão territorial

11/07/2025

20

As reuniões da Rede Pajeú de Agroecologia, é um espaço de formação e fortalecimento e autonomia, para aquelas que a compõe. É o ambiente de diálogo para preservar, conservar e desenvolver de forma sustentável. Para tanto, além das próprias organizações do território, o Fundo Ecos, proporcionou a RPA, a construção do Planejamento Estratégico. Esta foi uma experiência ímpar, que envolveu diferentes protagonistas das suas organizações e associações. Contribuindo com o entendimento sobre o território, para onde queremos seguir e como construir uma "rede", mais sustentável e solidária.

Área total sob manejo agroecológico (em hectares)

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CASA DA MULHE DO NORDESTE

Área total sob manejo agroecológico (em hectares)

11/07/2025

139

A expectativa para este projeto é que mais pessoas pudessem aderir ao sistema agroecológico, ou melhor, aos diferentes sistemas agroflorestais. Contudo, a maioria, continua com suas áreas agroecológicas, mas a dificuldade com mão de obra no campo, tem impactado muito os aumentos das áreas. Contudo, as mulheres aumentaram ou iniciaram seus quintais agroecológicos, que são áreas muito ricas, melhorando a quantidade e qualidade dos alimentos para a família.

Área total sob manejo para restauração (em hectares)

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CASA DA MULHE DO NORDESTE

Área total sob manejo para restauração (em hectares)

11/07/2025

100

Infelizmente as poucas chuvas no território do Pajeú, tem impactado ações de restauração na maioria dos municípios. Tem-se chamado de "inverno seco".

Área total sob manejo para extrativismo (em hectares)

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CASA DA MULHE DO NORDESTE

Área total sob manejo para extrativismo (em hectares)

11/07/2025

227

Assim como foi relatado no indicador anterior, as condições de inverno no território do Pajeú, tem impactado muito a agricultura. Chegando a ser chamado de "inverno seco", pois, consegue até manter a caatinga verde.

Número de Agroindústrias ou Unidades de Beneficiamento implantadas, ampliadas ou reformadas

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Número de Agroindústrias ou Unidades de Beneficiamento implantadas, ampliadas ou reformadas

27/02/2026

02

Número de tecnologias instaladas

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CASA DA MULHE DO NORDESTE

Número de tecnologias instaladas

27/02/2026

58

Com a execução do projeto foram implantadas 50 fogões Agroecológicos e 08 cisternas de primeira água

Número de pessoas beneficiadas com tecnologias

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CASA DA MULHE DO NORDESTE

Número de pessoas beneficiadas com tecnologias

27/02/2026

58

Número de aparições na mídia

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CASA DA MULHE DO NORDESTE

Número de aparições na mídia

Número de publicações de caráter técnico

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CASA DA MULHE DO NORDESTE

Número de publicações de caráter técnico

27/02/2026

7

A Casa da Mulher do Nordeste fez 02 publicações, a Rede de Mulheres 01 publicação, o CECOR 01 publicação e a Diaconia 03 publicações

Número de comunicadores comunitários contribuindo na execução das ações

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CASA DA MULHE DO NORDESTE

Número de comunicadores comunitários contribuindo na execução das ações